Concertos Tribanco

Duo Siqueira Lima

Ganhador do Prêmio “Profissionais da Música 2015”, no Brasil, e do “Brazilian International Press Awards 2014”, nos Estados Unidos, o Duo Siqueira Lima é um duo de violões que ultrapassa várias barreiras de períodos e estilos musicais.

A uruguaia Cecilia Siqueira e o mineiro Fernando de Lima se conheceram no “II Concurso Internacional de Violão Pro-Música/SESC”, em 2001, na cidade de Caxias do Sul (RG) onde surpreendentemente dividiram o primeiro prêmio. Este acontecimento foi decisivo para a formação do duo e o início de uma promissora carreira internacional.

Em 20 anos de trabalho o duo tem se apresentado pela América do Sul e do Norte, Europa, África e Ásia. São solicitados pelos maiores festivais dedicados ao violão em todo o mundo, atuando em grandes palcos, tais como do Lincoln Center (Nova Yorque), New World Center (Miami), Het Concertgebouw (Amsterdam) e Sala São Paulo (São Paulo).

A total dedicação à este trabalho renderam até o momento seis álbums,   sendo os mais recentes lançados pelos selos GHA Records (Bélgica) e GuitarCoop (Brasil). O CD The Art of Duo Siqueira Lima (GC – 2016), onde registraram a versão inédita feita pelo próprio duo da Bachianas Brasileiras N.4  de Heitor Villa-Lobos, foi muito bem recebido pela crítica, sendo considerado pela revista francesa Guitare Classique como um dos melhores álbuns de violão do ano.

Comemorando seus 20 anos de carreira em 2022, lançam o álbum Violonístico (Independente) com repertório totalmente original estreando obras para dois violões – em sua maioria escritas especialmente ao duo – dos compositores brasileiros Sergio Assad, Marco Pereira, Elodie Bouny, João Luiz Rezende Lopes,  Geraldo Ribeiro, Guinga e Paulo Bellinati.

                                                “Finamente detalhado como um Ovo Fabergé”

The New York Times – 22 de janeiro de 2014.

Juliana Franco

Conhecida pela “qualidade pura e cristalina” do seu canto e por sua versatilidade em diferentes estilos vocais, a soprano atuou diversas vezes como solista da Orquestra Sinfônica Brasileira, Orquestra Petrobrás Sinfônica, Washington Bach Consort, Orquestra do Festival de Música de Saint Barth’s, Orquestra Sinfônica Nacional do Brasil, entre outras. Desde 2015, colabora com a Orquestra Petrobrás Sinfônica no projeto “Série em Família” (dedicado ao público infantil) com um repertório que inclui obras como a Arca de Noé, Os Saltimbancos, Balão Mágico e O Mágico de Oz. O projeto Os Saltimbancos Sinfônico foi premiado como “Melhor CD do Ano de 2017” na categoria musical infantil do Prêmio da Música Brasileira. Em 2017, fez a estreia mundial da obra Ouvir Estrelas, de Robert Paterson no National Sawdust, em Nova Iorque. De 2012 a 2014, foi professora de canto da Escola de Música da Universidade Federal do Rio de Janeiro e, de 2016 a 2019, professora assistente e titular de canto, pedagogia vocal, dicção de inglês e alemão na University of Maryland. Doutora em Pedagogia da Voz e Mestra em Opera Performance pela University of Maryland, foi convidada para apresentar sua pesquisa de Doutorado no International Congress of Voice Teachers – ICVT em Vienna, Áustria. Paralelamente aos seus trabalhos no universo erudito, empresta sua voz à versão brasileira de desenhos animados e personagens de filmes para estúdios importantes como Disney, Fox, Warner, DreamWorks e Pixar. Seus trabalhos mais conhecidos são Anastasia (Anastasia), Ace Age 4 (Shira), O Estranho Mundo de Jack (Shock) e Frozen (Trolls).

 

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Flávio Augusto (piano)

Ricardo Amado (violino)

Quaternaglia

Quaternaglia Guitar Quartet (QGQ) tem sido aclamado como um dos mais importantes quartetos de violões da atualidade, tanto pelo alto nível de seu trabalho camerístico como por sua importante contribuição para a ampliação do repertório. Em 25 anos de atuação, o grupo – formado pelos violonistas Chrystian Dozza, Fabio Ramazzina, Thiago Abdalla e Sidney Molina – vem estabelecendo um cânone de obras originais e arranjos audaciosos, o que inclui a colaboração com compositores como Leo Brouwer, Almeida Prado, Egberto Gismonti, Sergio Molina, Javier Farías e Paulo Bellinati.

Sua atuação começou a despertar o interesse da crítica internacional no final dos anos 90 após a obtenção do “Ensemble Prize” no “Concurso Internacional de Violão de Havana” e da participação em importantes séries de violão e música de câmara nos Estados Unidos. Segundo o jornal Los Angeles Times, “uma aura de pureza penetrou o concerto do quarteto de violões Quaternaglia, que preencheu todos os requisitos com serenidade e inteligência em sua estreia na California”.

A discografia do Quaternaglia inclui os CDs Quaternaglia (1995), Antique (1996) – com o qual o grupo recebeu o “Prêmio Carlos Gomes” –, Forrobodó (2000), Presença (2004), Estampas (2010), Jequibau (2012) – finalista do “Prêmio da Música Brasileira” –, e Xangô (2015), além do DVD Quaternaglia (2006), gravado ao vivo.

Lançado em 2019, o álbum Four – o primeiro produzido para a gravadora Guitarcoop – traz obras especialmente dedicadas ao quarteto por Leo Brouwer e Javier Farías, assim como arranjos ousados de Four for Tango, de Astor Piazzolla, e das “Danças Sinfônicas” de West side story, de Leonard Bernstein.

O quarteto já se apresentou em quinze estados norte-americanos, entre os quais Arizona, Califórnia, Illinois, Ohio, New York, Mississippi e Texas, em países como Portugal, Espanha, Austrália, Cuba, Uruguai e Argentina, e em dezessete estados brasileiros, além de ministrar Master Classes e palestras a convite de instituições como Universidade Yale, Jacobs School of Music (Universidade de Indiana em Bloomington) e Conservatório de Coimbra.

Além de ter gravado 25 obras originais entre as quase 50 dedicadas ao quarteto por compositores brasileiros, Quaternaglia é reconhecido pela excelência de suas interpretações de Villa-Lobos e Leo Brouwer, bem como por performances especiais de renascença e música espanhola.

Radicados em São Paulo (Brasil), os músicos do Quaternaglia utilizam três violões de seis cordas e um violão de sete cordas especialmente construídos pelo luthier brasileiro Sérgio Abreu.

Ronaldo Diamante

Contrabaixista, compositor e arranjador nascido no Rio de Janeiro em 1958, estudou contrabaixo com Rudolf Kruppa como bolsista da OSB, teoria com Valéria Peixoto e harmonia funcional com Isidoro Kutno. Entrou para o curso superior de contrabaixo na UFRJ e de História na Universidade Santa Úrsula abandonando os dois cursos para se dedicar a carreira de músico profissional.

 

No final dos anos 70 participou do grupo de Jazz-Rock Hotel das Estrelas, seguindo depois para a estrada do músico acompanhante trabalhando com diversos artistas importantes do show-bizz brasileiro e internacional como: Maria Bethania, Marisa Monte, Joyce, Durval Ferreira, Fátima Guedes, Eduardo Dusek, Roberta Sá, Roberto Menescal, Steve Hackett (guitarrista do grupo inglês Genesis), os conjuntos Coisas Nossas e Garganta Profunda.

Foi diretor musical e arranjador do show de musica brasileira no Cassino Monumental da Póvoa em Portugal do Prêmio Coca-Cola de Teatro Infanto-juvenil, dos cantores Eduardo Dusek e Belô Velloso, e de shows do atores Miguel Falabella e Stella Miranda. Gravou mais de 60 trilhas para teatro, cinema e TV como instrumentista, arranjador e diretor musical, de forma independente e como músico contratado da Rede Globo. Paralelamente ao trabalho com Música Popular, manteve intensa atividade didática lecionando na Musiarte e Pro-Arte (RJ). Como instrumentista no Jazz, Música Erudita e Instrumental, trabalhou com Tim Rescala, Paulo Moura, Rio Jazz Orchestra, Tomás Improta, Tato Taborda,

José Staneck, Alma Thomas, Fernando Moura, Aquarela Carioca, Monique Aragão, Marinho Boffa, Barrosinho, Jeff Gardner e Lany Gordim.

Em 1997 abandona o emprego de músico da Rede Globo passa a dividir seu tempo entre as cidades de Teresópolis e Rio de Janeiro, investindo de forma mais efetiva no Jazz e na Musica Instrumental, lançando dois CDs autorais “Jaix”(Eldorado) e “Charanga”, trabalhos muito bem recebidos pela crítica especializada.

De 2001 a 2009 coordenou e atuou, juntamente com o pianista Paulo Midosi, no projeto do Sesc Teresópolis “Clube do Jazz e da Bossa Nova” onde se apresentou com Nelson Faria, Nivaldo Ornellas, Paulo Braga, Mauro Senise, Victor Biglione, Gabriel Improta, Daniela Spielman, Marcelo Martins, Pascoal Meirelles, Renato Massa, Claudio Infante e muitos outros grandes músicos.

Em 2014 volta definitivamente para a cidade do Rio de Janeiro, em  parceria com o saxofonista Daniel Garcia lança o cd “Quarteto’. Em 2017 realiza mais um projeto autoral “Suite para Improvisadores”, que conta com a participação de alguns dos mais importantes instrumentistas da história da música carioca. Mantem constante atividade, seja com o seu grupo instrumental, ou como musico contatado

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José Stanek

Chamado de David Oïstrakh da harmônica pelo crítico francês Olivier Bellamy e comparado aos músicos Andrés Segovia e Mstislav Rostropovich por sua atuação na divulgação do instrumento pelo crítico Luiz Paulo Horta, desenvolve um estilo próprio onde elementos da música de concerto, brasileira e do jazz se fundem numa sonoridade marcante.

Estudou harmonia com Isidoro Kutno, análise com H. J. Koeullreutter e interpretação com Nailson Simões. Em 2007, obteve o título de Mestre pela UNIRIO. Desenvolve importante trabalho na área do ensino viabilizando um trabalho social de inclusão cultural, atendendo a comunidades carentes e projetos sociais, levando o ensino de música através da gaita para crianças em diversas locais do Brasil.

Atua com diferentes formações camerísticas, e já foi solista de diversas orquestras sinfônicas brasileiras e internacionais.

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Oscar Bolão (percussão)

Oscar Bolão

(Oscar Luiz Werneck Pellon, 06/02/1954)

Um dos mais importantes nomes da percussão brasileira, iniciou-se profissionalmente em 1974, no conjunto“Coisas Nossas”, realizando extensa pesquisa sobre a música brasileira dos anos 20 e 30. Considerado o único seguidor do estilo de bateria criado por  Luciano Perrone, em 45 anos de atividades trabalhou com grandes artistas da nossa música como Elizeth Cardoso e Ney Matogrosso. Integra o Novo Quinteto, criado nos mesmos moldes do quinteto de Radamés Gnattali, a Orquestra Pixinguinha, que desde 1988 tem remontado os arranjos originais do mestre do Choro, a Banda de Câmara Anacleto de Medeiros e ainda o Coreto Urbano e o Pife Muderno, ambos dirigidos pelo flautista e saxofonista Carlos Malta. Apesar de fortemente ligado aos estilos tradicionais de música brasileira, tem atuado em trabalhos de música contemporânea de autores como Ronaldo Miranda, Ricardo Tacuchian e Tim Rescala, que lhe dedicou duas peças: “Concerto Para Dois Pandeiros e Cordas” e “Batendo um bolão com Perrone na corte de Radamés”.  Participa intensamente de festivais de música bem como realiza oficinas e palestras no Brasil e no exterior. Professor da Escola Portátil de Música, em 2004 lançou pela Lumiar Editora o livro “Batuque é um Privilégio”, que trata da percussão nos gêneros de música do Rio de Janeiro.

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