Concertos Tribanco

Pablo Rossi

Pablo Rossi é o vencedor do 1º Concurso Nacional Nelson Freire para Novos Talentos Brasileiros, em 2003.

Conquistou seu primeiro prêmio aos sete anos de idade, no IV Concurso Jovens Intérpretes de Lages. Desde então, venceu também o Concurso Magda Tagliaferro (1998), Encuentro Internacional de Jóvenes Músicos (Córdoba/Argentina 2001) e o Concurso Internacional “Ciutat de Carlet” (Carlet/Espanha, 2002).

Atuou como solista frente à Orquestra de Câmara do Kremlin, Orquestra Sinfônica de Kirov, OSESP, Sinfônica Brasileira, Amazonas Filarmônica, OER, Orquestra Sinfônica da Bahia, do Paraná, do Sergipe, de Ribeirão Preto etc. Nos últimos anos, Pablo Rossi apresentou mais de vinte recitais nos Estados Unidos e em vários países da Europa e América Latina.

Gravou seu primeiro CD aos 11 anos de idade, com obras de Chopin, Bartók, Schumann, Tchaikovsky, Rachmaninoff, Shostakovich e Nepomuceno. Em 2008 lançou o CD “Pablo Rossi – Live at Steinway Hall”, com obras de Mozart, Villa-Lobos, Prokofiev e Chopin – gravado ao vivo em Londres.

Pablo estudou no Brasil sob a orientação de Olga Kiun. É bacharel e mestre pelo Conservatório Tchaikovsky de Moscou, onde estudou com Elisso Virsaladze, com patrocínio do Governo do Estado de Santa Catarina e do empresário Roberto Baumgart.

Atualmente, Pablo vive em Bruxelas, Bélgica.

Quarteto Greco-latino

músico quarteto creco-latino

Mariana Hernandez  – violino (México)

Formada em Licenciatura em violino sob orientação do Prof. Cristian Frasin Vlad no México. Ganhou o primeiro lugar na maioria dos concursos de violino no México. Se apresentou como solista com diversas Orquestras Juvenis e Profissionais de seu país. Participou de diversos Festivais, tais como o 27º Festival Internacional de Música do Colorado, 2011; NJO Summer Academy 2014, Holanda; In/Ruhe, Junge Deutsche Philarmonie 2016, Alemanha; Arosa Music Academy 2016; Sommer Musik Akademie Schloß Hundisburg 2017, Alemanha; Lucerne Festival 2017, Suíça, entre outros. Atualmente estuda o “Konzertexamen” na Musikhochschule em Münster, na Classe do Prof. Helge Slaatto e Seran Lim e o Master em “Violino Solo Professional Performance” em Folkwang Universität der Künst en Essen, Cátedra del Prof. Mintcho Mintchev.

Iberê Carvalho – viola (Brasil)

Nasceu em João Pessoa–PB, iniciou seus estudos de viola com o Professor Magno Job, depois passou a frequentar as classes do curso de Extensão em Música da UFPB com o professor Samuel Espinoza. Ingressou em 2010 no Bacharelado em Viola na Universidade Federal de Minas Gerais na classe do Prof. Dr. Carlos Aleixo, e pertencendo a classe de música de câmara dos professores Celina Szvrinsk e Miguel Rosselini. Foi premiado em concursos nacionais e festivais pelo Brasil. Participou de importantes master classes com grandes nomes da viola no mundo. Como solista, vem se apresentando em várias cidades do Brasil e Alemanha. Atua como violista convidado da Filarmônica de Minas gerais, Orquestra de Ouro Preto e Junge Deutsche Philharmonie. Atualmente cursa o Artist diplom na Musikhochschule Münster e também é orientado pela professora Tomoko Akasaka.

Dimitris Karagiannakidis – violoncelo (Grécia)

O violoncelista Dimitris Karagiannakidis nasceu em Thessalouniki, Grécia.
Atualmente estuda na Escola superior de Música da Universidade de Münster, Alemanha, na classe do renomado Professor Matias de Oliveira Pinto.
Diplomado em Quarteto de cordas pelo conservatório de Amsterdã, Holanda.
Aos 19 anos obteve seu diploma em violoncelo sob a orientação do Prof. Dr. Russi Dragnev no Conservatório Contemporâneo de Thessalouniki e realizou seu Bacharelado na Escola superior de Música de Saarbrücken, Alemanha, onde se especializou em prática orquestral.
Participou de vários festivais, tanto como solista quanto camerista, festivais na Grécia, Alemanha, Holanda, Bélgica, Hungria, França, Espanha, Egito e Suíça onde também trabalhou com diversos compositores.
É gestor cultural e Diretor Artístico do festival de música clássica do Monte Pelion na Grécia Central.

Ignácio Gonzalez – piano (Chile)

Pianista Chileno, Licenciado com distinção máxima de interpretação Musical na classe do pianista Armands Abols (Letônia), na Universidade Austral do Chile.
Em Outubro de 2016, iniciou seus estudos de Pós-graduação em Piano na Universidade de Münster na Alemanha na classe do Professor Michael Keller.
Participou de Masterclasses com importantes nomes do cenário musical como: Jacques Ammon (Alemanha), Edith Fischer (Chile), Mahani Tehave (Chile), Viviane Taliberti (Brasil), Michael Rickmann (EUA), Eduardo Monteiro (Brasil), Alexandre Dossin (Brasil/EUA) e Dina Yoffe (Letônia).
Apresenta-se frequentemente como solista em importantes salas de concerto no Brasil, Chile, Argentina, Áustria e Alemanha. Em 2015, foi convidado a participar da série “Jovens Talentos” da Sala Claudio Arrau do Teatro Municipal de Santiago (Chile).
Desenvolve um intenso trabalho como organizador e diretor do Festival Internacional de Música da Patagônia (FIMP).

 

Madre Tierra

músico madre tierra

Mirta Herrera – piano (Argentina/Itália)

Hugo Niro – percussão (Argentina/Itália)

Pablo Cassiba – tenor (Argentina/Itália)

Beatriz Lozano – soprano (Uruguai/Itália)

Andrea Cioni – bailarino (Itália)

Teresa Furno – bailarina (Itália)

O grupo MADRE TIERRA surgiu em Roma, pelas mãos da pianista argentina Mirta Herrera, que além de desenvolver uma sólida carreira como pianista erudita, é uma entusiasta pesquisadora e grande divulgadora da música e folclore de seu país.
Formado por artistas que possuem uma importante trajetória musical, o grupo Madre Tierra dedica-se à pesquisa das raízes da música argentina, divulgando em suas apresentações o repertório popular argentino, além de compositores da música erudita que se inspiram no folclore.
Os Integrantes do grupo Madre Tierra já participaram de várias atividades do importante Festival Nacional de Folklore de Cosquín, na Argentina, que acontece desde 1961, sempre no mês de janeiro e tem a duração de nove noites.
Nas apresentações do grupo Madre Tierra o público poderá apreciar – além do Tango -, outras manifestações poéticas e musicais menos conhecidas, mas que também merecem um lugar de destaque no cenário artístico-musical da história da música argentina.
Através deste trabalho os integrantes do grupo Madre Tierra esperam compartilhar com o público as paisagens, cores, poesias, ritmos e sons da maravilhosa pátria Argentina, proporcionando a todos uma viagem repleta de emoções.

 

Clélia Iruzun

músico clelia iruzunA feliz junção do colorido espírito brasileiro e musicalidade espontânea firmou Clélia Iruzun, como uma das artistas mais interessantes, no cenário mundial, nos últimos anos.

Na plêiade tradicional de pianistas mulheres sul-americanas – como Teresa Carreño, Guiomar Novaes, Magda Tagliaferro e a legendária Martha Argerich – críticos atuais vêm exaltando as potentes interpretações de Clélia do repertório romântico, em que: “O lirismo eclodiu com a clareza do cristal”.

Sua infância transcorreu na atmosfera culturalmente rica e diversificada da cidade do Rio de Janeiro, onde aos quatro anos, iniciou seus estudos de piano. E aos sete, já conquistara seu 1º Concurso, ocorrendo seu début com orquestra – Concerto de Grieg – aos quinze anos.

A mestra altamente respeitada – Maria Curcio – concedeu-lhe então uma bolsa de estudos em Londres, onde também foi aluna de Christopher Elton, na Royal Academy of Music, e mais tarde, de Noretta Conci e Mercês de Silva Telles – esta sua especial orientadora – na procura do estilo definitivo. Entre seus mentores incluem-se Fou Ts’Ong, Stephen Kovacevich e os compatriotas – os grandes pianistas: Jacques Klein e Nelson Freire.

Proeminentes figuras musicais tiveram a atenção voltada para o talento pianístico da menina, como Francisco Mignone, que lhe dedicou uma Suíte.

Clélia é detentora de inúmeros prêmios no Brasil e na Europa, distinguindo-se: Tunbridge Wells (Inglaterra), Paloma O’Shea em Santander e Pillar Bayona em Zaragoza (Espanha).

Atuando como solista em recitais e com orquestras, pela Europa, Américas e Ásia, – suas tournées à China abrangeram concertos para enormes platéias, – entre outros, no Grande Theatro de Xangai, Ningbo, Hanghzou e na Sala de Concertos da Cidade Proibida em Pequim. Lá executou repertório nunca antes ouvido pelos chineses, como peças de Villa-Lobos, Mignone, Nazareth e Tom Jobim. Seu recital em Xangai foi votado um dos dez melhores concertos do ano.

Apresenta-se, outrossim, com freqüência no Wigmore Hall em Londres. Lá estreou a Sonata de João Guilherme Ripper e, em outra récita, a Sonata Breve de Marlos Nobre, em 1ª audição mundial, na mesma sala.

Além do Wigmore Hall, toca no Purcell Room, Queen Elizabeth Hall no South Bank Centre, St John’s Smith Square em Londres ; e em importantes Sociedades Musicais e festivais por todo o Reino Unido.

Convidada para participar de um Concerto da BBC, executou uma nova obra da compositora Elena Kats-Chernin intitulada “Torque” para piano, acordeon e cordas, com o Conjunto Lontano e a regente Odaline de la Martinez – transmitida ao vivo pela BBC Rádio 3.

Concertos e tournées já levaram Clélia ao Canadá, Estados Unidos, à ex-Iugoslávia, Polônia, República Tcheca, Portugal e Espanha, onde tocou um recital Chopin no prestigiado Monastério de Valdemossa. Foi recitalista igualmente em Paris e em vários festivais, destacando-se o de Montpellier. Na Escandinávia, suas audições nas grandes Salas de Gotemburgo e Estocolmo obtiveram grande sucesso.

Em 2002 fora a vez de estrear a Fantasia Brasileira Nº.3 de Mignone com a Orquestra de Kristiansand na Noruega e em 2004, novamente a première dessa Fantasia de Mignone e o Concertante do Imaginário de Marlos Nobre, com a Orquestra de Poznan na Polônia e em Londres no festival Brazil Plus no South Bank Centre em 2008. Clélia acabou de gravar o Concertino da compositora inglesa Elizabeth Maconchy com a BBC Scottish Symphony Orchestra.

No Brasil apresenta-se sempre nas melhores salas como o Teatro Cultura Artística e Teatro Municipal em São Paulo, Teatro Castro Alves em Salvador e no Rio, na Sala Cecilia Meireles e Teatro Municipal onde também já estreou obras de compositores ingleses como York Bowen e Arnold Bax.

Dedica-se, outrossim, com grande empenho aos compositores clássicos e românticos sendo considerada grande intérprete de Mozart, Chopin e Schumann. Clélia participou do festival Folle Journée no Rio no ciclo das Sonatas de Beethoven.

Em gravações, Clélia prestigia sempre a música de compositores sul-americanos: Villa-Lobos (1992, Meridian Records, relançado em 2005), Latin American Dances (1999, Intim Musik), The Waltz Album, com famosas valsas de compositores românticos e brasileiros (2001, Intim Musik) e Brazilian Mosaic, incluindo a primeira gravação mundial do Concertante do Imaginário de Marlos Nobre (2003, Lorelt). O ano de 2005 assistiu ao lançamento, com ótima repercussão do disco dedicado ao compositor cubano Ernesto Lecuona, para o selo Lorelt. Seu CD com os Concertos para piano Nº1 e o Concerto para piano e violino de Mendelssohn, juntamente com o regente/violinista Joachim Gustafsson (1999, Intim Musik) foi escolhido, por votação, a melhor gravação do Concerto Duplo pela Rádio Sueca.

Seu último CD “Francisco Mignone Piano Music”(2007, Lorelt) recebeu excelentes críticas tanto na Europa como no Brasil.

Clélia é casada com Renato e tem dois filhos Raphael e Maria Clara. Reside em Londres, mas visita o Brasil duas a três vezes por ano. Quando não está tocando ou em tournées, ela se interessa por cinema, artes plásticas, filosofia e culinária.


Recital de piano em 05/05/2017 (trecho)

Matias de Oliveira Pinto

Matias é natural de São Paulo onde iniciou seus estudos musicais. Em 1979, ainda aluno de Zigmunt Kubala, torna-se professor de violoncelo da Escola de Música e Belas Artes do Paraná. Em 1980, muda-se para Berlim como bolsista da Fundação Herbert von Karajan. Na Europa estudou na Escola Superior de Música de Berlim (HdK) e na Academia Franz Liszt de Budapeste como aluno de Csaba Onczay. Estudou ainda com William Pleeth, Aldo Parisot, e Paul Tortelier.

Solista e pedagogo mundialmente solicitado é professor de violoncelo na Universidade das Artes de Berlim e na Faculdade de Música da Universidade de Münste na Alemanha. Foi convidado a ministrar Master Classes na Alemanha, Itália, Espanha, Portugal, Franca, Suíça, Holanda, Estônia, Polônia, Rússia, Hungria, Grécia, Turquia, Israel, Coreia, Japão, Nova Zelândia, Chile entre outros.

Matias de Oliveira Pinto realizou extensas tournée pelos EUA, vários países da América do Sul, toda a Europa, Israel, Japão, Coreia, Nova Zelândia e Austrália, se apresentando em alguns dos mais importantes festivais internacionais.

Na Alemanha tem se apresentado em importantes salas de concerto, como Philharmonie (também na série de música de câmara da Orquestra Filarmônica de Berlim) e Konzerthaus de Berlim, festivais de Berlim, Rheingau, Mecklenburg, Munique, e muitos outros.

É diretor artístico dos festivais de Ouro Branco e Verden na Alemanha.

Tem Cd`s gravados pelos selos europeus Cello Colors, Academy, Kreuzberg Records, Bella Musica e Hungaroton Classics.

 

Conheça também: Stefan Hussong (acordeon) – Viviane Taliberti (piano)

Theodora Geraets

músico theodoraTheodora Geraets é uma das violinistas holandesas mais importantes da atualidade. Estudou com Davina van Wely em Amsterdam, Rosa Fain em Düsseldorf, Kyung-Wha-Chung em Londres e Dorothy DeLay em Nova York.

Ganhou concursos como o Oscar Back Competition na Holanda, o Bartók Violin Competition nos Estados Unidos (onde realizou concertos com Leonard Slatkin), e ganhou o The Dutch Music Prize, fazendo dela a única holandesa a ganhar o prêmio máximo.

Assim como dar concertos por toda, Ásia, EUA, Europa e América Latina, Theodora Geraets também aparece regularmente no Dutch Radio na TV. Atualmente é Professora no Royal Conservatory em Haia.

Já se apresentou no Queen Elisabeth Hall em Londres, o ”Alte Oper” em Frankfurt, Theatro Colon em Buenos Aires, e no Concertgebouw em Amsterdam etc. Theodora Geraets gravou vários CDs pela Sony Classical com a The London Symphony Orchestra.


Trio de Violino, Violoncelo e Piano em 19/04/2017

Gloria Campaner

músico gloria campanerGloria Campaner é considerada pelos críticos como uma das mais importantes pianistas jovens da nova geração italiana. Desde a sua estreia no palco aos doze anos com a Orquestra Sinfônica de Veneza, Gloria foi a vencedora em mais de vinte competições nacionais e internacionais de piano.

Dentre estes, está o Concurso Internacional de Piano Paderewski (medalha de prata, Los Angeles, 2010) e 1ª vencedora do Prêmio “Prokofiev Special Award” no Grande Prêmio Ibla de 2009, o que lhe permitiu debutar no Carnegie Hall, em 2010.

Além disso, recebeu bolsas de estudo da Fundação Brahms em Baden-Baden (2009) e uma bolsa de estudos da Fundação Borletti-Buitoni em 2014.

Obteve seu mestrado com Bruno Mezzena na Academia de Música de Pescara. Paralelamente, centrou seus estudos na escola russa sob a orientação de Konstantin Bogino, enquanto completou seus estudos na Hochschule für Musik Karlsruhe (Alemanha) com a brasileira Fanny Solter.

Seu primeiro CD com obras para piano solo de Schumann e Rachmaninov foi lançado pela EMI em 2013.

Destaques recentes incluem uma segunda turnê chinesa, recitais no Brasil, concertos de câmara com membros da Royal Concertgebouw Orquestra e outras colaborações, como com o Quartetto di Cremona e Johannes Moser.

Em 2015, fez sua estreia com a English Chamber Orchestra sob regência de Daisuke Muranaka em Londres, excursionando no mesmo ano, em recitais solo no Japão, e no mesmo país, voltou para concertos com Orquestra em 2016.

Em 2017 foi convidada para o Festival Marlboro pela notável pianista, Mitsuko Uchida.

Atualmente aguarda o novo projeto de CD com orquestra para a Warner Classics que está programado para a Primavera de 2017.


Duo de Violoncelo e Piano em 13/03/2017

Johannes Moser

músico johannes moserO violoncelista Johannes Moser já se apresentou com as principais orquestras do mundo como a Filarmônica de Berlim, a Filarmônica de Nova Iorque, a Filarmônica de Los Angeles, Orquestra Filarmônica de Israel, bem como a Sinfônica de Chicago, a Sinfônica de Londres, a Sinfônica de Tóquio e a Orquestra de Cleveland.

Moser se apresenta regularmente com os mais importantes maestros, incluindo Riccardo Muti, Lorin Maazel, Zubin Mehta, Pierre Boulez, Paavo Jarvi, e Gustavo Dudamel.

Em 2015-16, os concertos nos EUA incluíram os retornos à Orquestra Sinfônica de Boston, Chicago, Cleveland e San Diego. Debutou frente à Orquestra da Suíça Romande, Orquestra Filarmônica de Rádio França, Orquestra Nacional Russa e Nova Zelândia Symphony.

Em outubro de 2012, estreou a obra Magnetar, um concerto para cello elétrico composta por Enrico Chapela, junto à Los Angeles Philharmonic conduzida por Gustavo Dudamel.

Exímio camerista, se apresentou com grandes ícones da música erudita como: Joshua Bell, Emanuel Ax, Menahem Pressler, Midori e Jonathan Biss. Também participa regularmente em festivais, incluindo o Verbier, Gstaad, o Mehta Chamber Music Festival, Seattle entre outros festivais de música.

Johannes Moser foi agraciado com o Prêmio Brahms de 2014.

Assinou recentemente um contrato exclusivo com o selo Pentatone, e no outono de 2015 lançou sua primeira gravação para o selo, um disco de Dvořák e Lalo com os concertos para violoncelo.

Nascido em uma família musical em 1979, Moser começou a estudar o violoncelo com oito anos, tornando-se aluno de David Geringas em 1997.

Foi o vencedor do prestigioso Concurso Tchaikovsky em 2002, além de receber o Prêmio Especial pela sua interpretação das “Variações Rococó”.

Um leitor voraz de tudo, desde Kafka a Collins, Johannes Moser é um apaixonado por trilhas e ciclista de montanha, no pouco tempo livre que tem.


Duo de Violoncelo e Piano em 13/03/2017

Leo Gandelman

programacao-22-10-16Um dos mais celebrados instrumentistas do Brasil, o saxofonista Leo Gandelman alcançou um patamar inteiramente único no Brasil – e raro até mesmo mundo afora – é admirado pelo grande público, jovem e pop, e também pelos fãs de MPB. Da mesma forma, associou seu nome à excelência e ao virtuosismo da música de concerto, em performances como solista de orquestras consagradas e em recitais de câmara, ultrapassando as fronteiras entre clássico e popular a bordo da qualidade de seu saxofone, conferindo um grau avançado de apelo e emoção pop às peças de concerto e, por outro lado, exercitando o talento na interpretação, na pureza e na precisão do som na musica popular e instrumental. Saxofonista, arranjador e produtor, Leo Gandelman é um dos mais influentes músicos no Brasil. Filho de uma pianista clássica e de um maestro, aos 15 anos já era solista da Orquestra Sinfônica Brasileira. Além da sólida formação clássica, estudou no Berklee College of Music, nos Estados Unidos, regressando ao Brasil em 1979 para dar início à carreira profissional.

Desde então, Leo participou de  mais de oitocentas gravações. Iniciou sua carreira artística solo em 1987 inspirando-se principalmente na música brasileira e no jazz, sempre com clara versatilidade e criatividade, marcas registradas que fizeram com que ele fosse eleito por quinze anos consecutivos o “melhor instrumentista brasileiro” pelo concurso “Diretas na Música” do Jornal do Brasil. Seu trabalho também foi lançado com grande sucesso nos Estados Unidos, onde Leo desenvolveu uma carreira notável, com direito a seis temporadas de casa cheia no Blue Note de Nova Iorque. Com o trânsito fluente entre o Jazz e o clássico, participou como solista em 2001 dos concertos da Orquestra Sinfônica Brasileira no Lincoln Center e no Central Park. Voltando ao Brasil, Gandelman também foi solista da Orquestra Sinfônica da Bahia, de Ribeirão Preto, entre outras. Em 2003, se apresentou com a OSESP sob a regência de  John Neshling. Em 2004, Leo Gandelman foi convidado pela Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Claudio Santoro para tocar para o presidente Lula e convidados do governo. E em 2006 gravou o Concertino de Radamés Ganattali pela Rádio MEC em  CD/DVD com a Orquestra Sinfônica da Petrobrás sob a regência de Isaac Karabtchevsky. Leo já gravou dez discos ao longo de sua carreira solo, tendo vendido mais de quinhentas mil cópias. Nos últimos anos realizaou  workshops e participou de diversos festivais em todo país. Com o CD “Radamés e o Sax”,  ganhou do premio TIM 2007 como “melhor disco instrumental“ e “melhor produtor”. Leo também já fez parcerias com Egberto Gismonti, Toninho Horta, Wagner Tiso, César Camargo Mariano, Chucho Valdez, Bernard Purdie entre outros grandes artistas da música brasileira Durante quatro anos foi curador e diretor musical do Festival Búzios Jazz e Blues. No final de 2008 lançou o CD e DVD “Sabe Você”, uma releitura de baladas brasileiras contando com participações especiais de Caetano Veloso, Chico Buarque, Milton Nascimento, Luiz Melodia, Leny Andrade, Ney Matogrosso, Joel Nascimento e Leila Pinheiro. Em 2009 participou do “Moscow City Jazz Festival” e foi também a Caracas (Venezuela) onde, sob a regência de Isaac Karabtchevsky, foi solista convidado da “Orquestra Jovem de Caracas. Em 2010 excursionou pela Espanha, Rússia e Itália com seu quarteto, além de participações em festivais de jazz no Brasil. Em 2011 lançou seu selo independente “Saxsamba” e o CD “Origens”, concertos para sax e piano. Em 2012 lançou o CD e DVD autoral “Vip Vop”, pelo seu selo Saxsamba, que foi também lançado na Europa pelo selo “Far Out recordings”, recebendo ótimas críticas e excelente visibilidade. A música “Vip Vop” foi escolhida como tema da novela “Guerra dos Sexos” da Rede Globo. No momento, dedica-se à turne de VIP VOP e a projetos especiais com orquestras.  Em 2013 gravou  e lançou “Ventos do Norte”, contemplado pelo FAM (prefeitura da cidade do Rio de Janeiro), uma homenagem aos saxofonistas nordestinos que tiveram importância fundamental na construção da linguagem do saxofone brasileiro.

Vídeo (trecho)

Recital dia 22/10/2016

Viviane Taliberti

Viviane Taliberti nasceu em Curitiba, onde iniciou seus estudos de piano aos cinco anos de idade. No Brasil, Luis Thomaszeck e Gilberto Tinetti foram os professores que marcaram sua formação pianistica. Aos 19 anos, após participar de diversos cursos internacionais de música na Europa com os pianistas Hans Leygraf (Áustria), Helena Costa (Portugal) e Pnina Salzman (Israel), realizou sua primeira tournée internacional em 15 cidades da Alemanha, a convite de entidades culturais daquele País.

Foi selecionada para fazer o curso de mestrado em Performance Pianística na Faculdade de Música de Colônia, departamento de Aachen, Alemanha, diplomando-se com nota máxima com distinção. Em 2015 concluiu o doutorado na Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo, tendo sido objeto de sua tese o Trio op. 97, “Arquiduque”, de L. van Beethoven. A versão em língua inglesa deste trabalho encontra-se desde outubro de 2016 no Arquivo do Museu da Beethovenhaus em Bonn, Alemanha.

Além de apresentar-se regularmente como solista e camerista em diversas cidades do Brasil e em países da América Latina e Europa, com destacados músicos brasileiros e estrangeiros, é convidada anualmente para ser jurada em concursos de piano e música de câmera, além de ministrar aulas e se apresentar como pianista em festivais internacionais de Música.

Desde 2002, através de concurso público, é professora efetiva do Curso de Música do Instituto de Artes da Universidade Federal de Uberlândia.

Desde 2004 é proponente e diretora artística do projeto “Concertos Tribanco”.

 

Conheça também: Matias de Oliveira Pinto (violoncelo) –  Stefan Hussong (acordeon)